Bonecas perfeitas

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Ainda na continuação do tema das Barbies, encontrei no Flickr uma fotógrafa de bonecas absolutamente espantosa. Ignoro que tipo de bonecas são, mas aproximam-se bastante à realidade humana. Deixo-vos algumas imagens.

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Histórias do quotidiano doméstico

16:09 / Publicada por Fabulastica / pessoas comentaram (0)


Descobri uma fotógrafa americana chamada Julie Blackmon que tem uns trabalhos lindíssimos sobre cenas do quotidiano da vida doméstica. Blackmon diz-se influenciada pela pintura holandesa e flamenga e utilizou como modelos os seus próprios filhos, sobrinhos e irmãs. O resultado são cenas por vezes bucólicas, outras vezes híbridas e peculiares... Mas sem dúvida que são conjuntos fantásticos...









Photo-Eye de Julie Blackmon

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Nós e os outros

15:26 / Publicada por Fabulastica / pessoas comentaram (0)

Face a alguns acontecimentos da nossa actualidade, deixo aqui umas imagens que, certamente, irão colocar um sorriso nos lábios de alguns leitores... Sorrisos ou lágrimas...

E você cara? Vai escrever como ué?


Os peões de Scolari.


Sem comentários... lol


E tudo o Bento levou...




Rei Vale e Azevedo e a Espada Excalituga


É um avião? É um pássaro?... Não, é uma professora a dar aulas.





"Moderação" em chinês.


O Eucalipto

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Esculturas hiper-realistas de Ron Mueck

22:52 / Publicada por Fabulastica / pessoas comentaram (1)




Australiano, nascido em Melbourne em 1958, Ron Mueck (pronuncia-se muique) cresceu vendo os pais construírem brinquedos. Da infância à adolescência desenvolveu habilidade manual e criativa.
Passou a criar bonecos em tamanhos vários para publicidade. Além dos bonecos sempre que havia necessidade de se ter uma réplica de um objeto em escala menor ou maior, Mueck era requisitado. Os que o procuravam sabiam que as réplicas criadas por ele eram perfeitas. As figuras não deviam nada aos hiper-realistas norte-americanos Duane Hanson e John de Andrea.
Em 1996, a sogra, a artista anglo- portuguesa Paula Rêgo, radicada em Londres desde os anos 50, pediu-lhe que esculpisse para ela um Pinóquio. Serviria de modelo para uma pintura das que apresentaria na Hayward Gallery, na exposição denominada Spellbound. Foi Pinóquio quem abriu o caminho da fama e da fortuna para Mueck. Charles Saatchi, o super poderoso empresário, publicitário e colecionador, ao ver Pinóquio no atelier de Paula Rêgo, encomendou quatro outras esculturas para a exposição Sensation: Young British Artist from the Saatchi Collection a ser apresentada na Royal Academy of Arts em Londres em Dezembro de 1997.
Mueck, ao contrário dos gregos e romanos, foge dos padrões estéticos por eles criados. Não respeita e ignora as proporções que tanto uns como outros cultivavam. As sete cabeças e meia, o padrão ideal, para ele não significam nada. Reduzir, ampliar, são os verbos que conjuga ao esculpir. As suas esculturas hiper-realistas em fibra de vidro, silicone, rezina acrílica, poliéster, onde quer que fossem expostas chamavam e chamam a atenção pelo realismo, pela verossimilhança e pelas dimensões. Enormes! Ou de reduzidas proporções.
A capacidade de Mueck de transformar as mais simples acções do dia-a-dia em instigantes obras de arte revela-nos uma nova postura em relação ao ver e ao fazer arte. A utilização de materiais mais dúcteis e leves faz parte dessa visão em que a escala é fundamental.

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22:39 / Publicada por Fabulastica / pessoas comentaram (2)

Há sem dúvida quem ame o instinto,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitivamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais,
Se puder ser,
Ou até se não puder ser...



Alberto Caeiro

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Vocês sabem lá...

15:17 / Publicada por Fabulastica / pessoas comentaram (0)

"A dança é qualquer coisa que nasceu com o próprio Homem, e é uma expressão, simultaneamente, de liberdade e de alegria. É um reflexo do que nos vai na alma. (...) A dança é um desenho contínuo, um cruzamento de ritmos, uma acentuação de valores em que se vai do silêncio ao grito e que o primeiro é tão importante como o segundo."

Lagoa Henriques

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21:30 / Publicada por Fabulastica / pessoas comentaram (1)


"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
Fernando Pessoa

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O fascínio de um sorriso

20:58 / Publicada por Fabulastica / pessoas comentaram (0)


"O bom pintor tem que representar, essencialmente, duas coisas a personagem e o seu estado de espírito", dizia Leonardo da Vinci (1452-1519), o génio da pintura, arquitectura, engenharia, botânica, anatomia e cartografia, autor da mais célebre obra-prima da História de Arte: a Mona Lisa (ou Gioconda), cujo misterioso sorriso foi pintado a óleo entre 1503 e 1506.Vincent Pomarède, conservador do Louvre, avança no site do museu quatro razões para o fascínio a personalidade marginal, fantástica e genial do seu autor; a perfeição da sua técnica pictórica; a misteriosa identidade do modelo (será Lisa Gherardini, mulher de Francesco del Giocondo, ou um auto-retrato de Leonardo?); e a própria história do quadro. Adquirida por Francisco I , a pintura pertence às colecções reais francesas desde o século XVI, e ao Louvre desde 1793. Foi roubada em 1911 e encontrada dois anos depois em Itália. Objecto de culto mundial, viajou pela última vez em 1974, ao Japão.
in "Diário de Notícias" 28.03.05

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